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Time Brasil comemora desempenho do país na Rio 2016: “Dever cumprido”

O desempenho da delegação brasileira nos Jogos Olímpicos Rio 2016 foi avaliado positivamente pela direção do Time Brasil, nesta segunda-feira, um dia após o fim das competições. O país, que teve sua maior delegação na história nesta edição, com a participação de 465 atletas, somou 19 medalhas, sendo sete de ouro, seis de prata e seis de bronze. Para o presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Carlos Arthur Nuzman, a equipe se despede da competição com a sensação de que fez um bom trabalho.

– Queria dizer que nós temos o dever cumprido. Um dever cumprido em uma Olimpíada que tem características que a gente já vem falando há algum tempo. A diversificação de resultados por continentes e países, com países que ganharam medalhas pela primeira vez na história. Se pegarmos os números dos primeiros colocados (no quadro de medalhas), vão ver que esse numero é abaixo do que eles vinham também conquistando. Então, os Jogos vêm trazendo essa universalidade de um maneira muito intensa. Cada vez mais em benefício da juventude, dos futuros atletas – disse Nuzman.

Os sete ouros, seis pratas e seis bronzes proporcionaram ao Brasil o melhor desempenho do país na história dos Jogos Olímpicos. O top 10 no quadro de medalhas não saiu, mas a 13ª posição foi considerada honrosa para o país-sede, que teve o investimento de R$ 700 milhões de recursos públicos no último quadriênio, além do dinheiro arrecadado com fontes particulares. Apesar da previsão de antes do início das competições não ter sido alcançada, os números máximos de medalhas e de ouros foram superados.

– Ver a nossa casa (receber uma Olimpíada) e ter a responsabilidade de representar o nosso país da forma que representamos, é motivo de grande orgulho. Tivemos uma operação espetacular, que motivou toda a delegação, com o maior número de atletas classificados, além da diversificação e ampliação no número de modalidades (com medalhas), pulando para 12. Isso tudo motiva a todos os brasileiros, com esse resultado que superou todos os resultados anteriores. Antigamente, tínhamos resultados onde as medalhas de bronze eram muitas, algumas a mais de prata e pouquíssimas de ouro. Hoje se inverteu. Começamos com sete de ouro, seis de pratas e seis de bronze, invertendo essa situação – comentou Bernard Rajzman, chefe de missão do Time Brasil.

A melhor participação do país até então tinha sido em Londres 2012, com 17 medalhas, sendo três ouros, cinco pratas e nove bronzes, terminando 22º no quadro de medalhas. Mas em quantidade de ouro – que é o primeiro parâmetro na avaliação do desempenho dos países em Olimpíadas – o melhor resultado era em Atenas 2004, com cinco garantidos. A direção do Time Brasil apresentou nesta segunda-feira para imprensa brasileira um balanço do desempenho do país na Rio 2016. Marcus Vinícius Freire, diretor-executivo do COB, mostrou a evolução no quadro geral de medalhas e também ressaltou o maior alcance no número de modalidades premiadas (12 no total, antes o recorde era 9, em Londres) e o recorde de finais.

– Em relação a finais, sse é um número muito importante para gente. Nos saltamos de 36 finais em Londres para 71 no Rio. Isso mostra a qualidade do trabalho, independentemente de medalhas. Além disso, das 71 finais disputadas, 19 desses atletas ou equipes ficaram em quarto ou quinto lugar. Ou seja, muito próximos da medalha. Chegar perto da medalha também mostra que o trabalho está sendo bem feito – ressaltou.

Questionados sobre a evolução menor do Brasil em relação aos saltos dados pela maioria dos países que receberam os Jogos Olímpicos, os dirigentes evitaram comparações. Marcus Vinícius ressaltou, no entanto, que a diferença no tempo do investimento costuma ser determinante. Segundo o diretor-executivo, o Time Brasil fica atrás nesse sentido, uma vez que teve um aumento considerável no suporte financeiro apenas no último ciclo olímpico.

– A meta (de ficar no top 10) foi difícil e ousada. Não era fácil, mas era factível. Tanto que ficamos a apenas três medalhas do objetivo. Qual a diferença para os outros países? Eles têm o investimento há vários quadriênios.

As medalhas de ouros foram conquistadas por Rafaela Silva (judô), Thiago Braz (salto com vara), seleção masculina de vôlei, Alison e Bruno Schmidt (vôlei de praia), seleção masculina de futebol, Robson Conceição (boxe) e Martine Grael e Kahena Kunze (vela). As pratas saíram com Isaquias Queiroz (canoagem – uma individual e uma com o Erlon de Souza), Ágatha e Bárbara (vôlei de praia), Arthur Zanetti (ginástica artística), Diego Hypolito (ginástica artística) e Felipe Wu (tiro esportivo). O time dos medalhistas de bronze foi formado por Mayra Aguiar (judô), Rafael Silva (judô), Poliana Okimoto (maratona aquática), Maicon Siqueira (taekwondo), Arthur Nory (ginástica artística) e Isaquias Queiroz (canoagem).

Fonte: Globo.com

ÓTICA SANTOS DUMONT - CONSULTA 3

Programa ‘Mais Médicos’ corre risco de acabar

Caso o prazo de votação não seja atendido, profissionais estrangeiros que não tiveram necessidade de validar o diploma perdem o direito de atender pacientes ( Foto: Alex Costa )
Caso o prazo de votação não seja atendido, profissionais estrangeiros que não tiveram necessidade de validar o diploma perdem o direito de atender pacientes ( Foto: Alex Costa )
Caso o prazo de votação não seja atendido, profissionais estrangeiros que não tiveram necessidade de validar o diploma perdem o direito de atender pacientes ( Foto: Alex Costa )

Municípios brasileiros que participam do Programa Mais Médicos correm o risco de perder pelo menos 2 mil profissionais a partir do dia 30. Daqui a uma semana, no dia 29, termina o prazo para que o Congresso Nacional aprove o projeto que converte em lei uma Medida Provisória, editada este ano, que permite a prorrogação do prazo de atuação de médicos estrangeiros no programa por mais três anos.

O prazo para aprovação do projeto é apertado. Não há garantias nem de que o texto seja aprovado na Câmara dos Deputados. O presidente, Rodrigo Maia (DEM), está fazendo um esforço concentrado às segundas e às terças-feiras para que MPs sejam votadas, mas prefere não fazer previsões. Se aprovado, o texto ainda segue para o Senado, onde a MP precisa ser apresentada e também votada, o que é outro problema. A votação final do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff começa na quarta-feira e deve monopolizar todas as atenções por até uma semana.

Caso o prazo de votação não seja atendido, automaticamente os profissionais estrangeiros que vieram para o Brasil há três anos para atuar no Mais Médicos – e não tiveram necessidade de validar o diploma obtido no exterior – perdem o direito de atender pacientes. E o número deverá aumentar a cada dia, conforme os contratos forem vencendo. A estimativa é de que, até janeiro, 7 mil profissionais (a maioria de cubanos) completem o prazo máximo de permanência no País.

50 dias

O Ministério da Saúde já reconhece não haver solução rápida para uma eventual perda do prazo para a votação do projeto de conversão da MP. Teoricamente, uma das alternativas seria requisitar ao governo cubano o envio de novos profissionais para atuar no programa. Essa operação, por si só, demandaria tempo. Isso porque não basta recrutar, providenciar transporte e estadia. Profissionais estrangeiros que aderem ao projeto têm de fazer um curso de adaptação de três semanas, onde recebem noções de português e sobre o Sistema Único de Saúde (SUS). A estimativa é de que uma reposição da vaga demoraria pelo menos 50 dias.

E há outra agravante. Essa operação ocorre em um momento em que Ministério da Saúde e governo cubano negociam uma eventual manutenção do contrato de envio de médicos daquele país para atuar no Brasil. Cuba reivindica um aumento de até 30% no valor do contrato, usando como justificativa a mudança no câmbio. O governo brasileiro, por sua vez, afirma não haver recursos para isso.

Enquanto o impasse não é resolvido, governos brasileiro e cubano fizeram um trato para reposições pontuais até as eleições municipais. Esse acordo, no entanto, será inútil, caso a votação não seja feita no prazo previsto. Não há como trazer tantos profissionais, em um curto período de tempo. Procurada, a equipe do Ministério da Saúde afirma que será feito um esforço para que o projeto seja votado rapidamente.

Nordeste Notícia
Fonte: Estadão

ÓTICA SANTOS DUMONT - CONSULTA 3

Impeachment entra na fase final após quase 9 meses

dilmaApós quase nove meses, o processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff entra na reta final nesta semana com o início do julgamento da petista no plenário do Senado. A partir de quinta-feira, os 81 senadores se dedicam a ouvir as testemunhas de acusação.

A incerteza até o momento se dá sobre a continuidade dos trabalhos durante o fim de semana – como deseja o Planalto. O governo quer encerrar de vez o processo de impeachment para que o presidente em exercício Michel Temer viaje para o encontro do G-20 na China sem o incômodo da interinidade.

O rito do julgamento foi definido por líderes do Senado junto com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, que é responsável por presidir o processo. Em reunião com os líderes e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), Lewandowski disse que a intenção era evitar que os trabalhos avançassem durante o fim de semana.

Diante da resistência da base e do fato de que as testemunhas devem permanecer isoladas no período de julgamento, o presidente do STF admite que a sessão avance pela madrugada até o fim dos depoimentos.

Para que Dilma perca o cargo, são necessários 54 votos. O governo trabalha com uma margem de 59 a 62 votos favoráveis ao afastamento definitivo.

Aliados da presidente afastada devem propor questões de ordem para adiar o quanto possível o resultado. No dia 29, Dilma vai pessoalmente fazer sua defesa. A petista deve constranger seus ex-ministros que, agora, apoiam o impeachment. Se o cronograma for cumprido, a votação deve começar no dia 30.

Nordeste Notícia
Fonte: Estadão

ÓTICA SANTOS DUMONT - CONSULTA 3

Nova Russas CE – Carro pertencente ao conselho tutelar capota e conselheiro é transferido para sobral.

IMG-20160821-WA0067De acordo com as primeiras informações enviadas para a nossa reportagem, o capotamento aconteceu na manhã deste domingo 21/08/2016, na estrada que liga a cidade de Nova Russas ao Distrito de Betânia, quando o veículo pertencente ao conselho tutelar do município de Nova Russas chegou a capotar.

No momento do acidente o médico Dr. Marcondes passava pelo local e prestou os primeiros socorros, sendo que todos estavam consciente, porém o estado mais grave era do conselho Robson Freitas, que sofreu uma fratura na clavícula e foi socorrido para o hospital local sendo logo em seguida transferido para a Santa casa de Sobral.  A polícia militar foi acionada e se deslocou-se ao local do sinistro.

Nordeste Notícia
Fonte: Ipaporanga Notícias

ÓTICA SANTOS DUMONT - CONSULTA 3

Bolt, Phelps, Simone, Neymar, Braz… heróis não faltaram nesta Olimpíada

Pode ser uma pessoa de grande coragem ou autora de grandes feitos, conquistas. Ou também a personagem principal. A que provoca admiração. O centro das atenções. Ou melhor: nascida de um ser divino e de outro mortal. É só escolher o significado que quiser dar à palavra herói. Aqui, no caso, o herói olímpico. E para ser esse herói olímpico, o atleta pode ter todos esses atributos, ou até alguns, ou que tenha apenas um.

Na Olimpíada do Rio, o mundo pôde ver a história vitoriosa seguindo para alguns. Ou a primeira página de outros. Ou, para os mais experientes, o capítulo final com o ouro cravado no peito. Ou vários ouros. É o caso do americano Michael Phelps, o tubarão difícil de ser superado: As piscinas não serão mais as mesmas. Bem como as pistas em Jogos Olímpicos perdem muito sem o jamaicano Usain Bolt, o raio de velocidade inatingível, do carisma inimitável.

Mas leveza vai, leveza vem. Nos gestos e acrobacias da ginasta americana Simone Biles, de 19 anos e cinco pódios – quatro ouros e um bronze. A heroína Rafaela, de sobrenome Silva, criada na Cidade de Deus, peso-leve, aos 24 anos, bateu todas as adversárias com a disposição que empolgou o Brasil. Aos 27 anos, o pugilista baiano Robson Conceição também passou perrengue na vida, vendendo até picolé, até chegar ao alto do pódio. Com cinco anos a menos, Thiago Braz também entra para o grupo com histórias de superação que dão vários livros. O atleta de salto com vara surpreendeu o mundo atingindo os 6,03m – recorde olímpico.

No fim, outros brasileiros surgiram para figurar na lista. As duplas Martine Grael e Kahena Kuzne, na vela, classe 49er FX, e Alison e Bruno, no vôlei de praia, valeram-se de seus quintais, a Baía de Guanabara e as areias de Copacabana, para compensar todo o esforço. Nos esportes coletivos, as estrelas de Neymar e Wallace nos momentos decisivos são símbolos para o ouro inédito do futebol e mais um que entra para o tão campeão vôlei masculino. E se não ganhou o ouro, Isaquias Queiroz, com as duas pratas e o bronze na canoagem, é o primeiro brasileiro a ganhar três medalhas numa mesma Olimpíada.

Usain Bolt

Logo depois de passar Justlin Gatlin nos metros finais para ganhar o primeiro ouro no Engenhão, nos 100m rasos, Bolt deu a dica: “Eu já era uma lenda. Eu precisava deste ouro para confirmar que sou um dos maiores.” E foi assim nos 200m rasos, quando nem Gatlin teve pela frente. E foi assim também no revezamento 4x100m. Na verdade, o jamaicano nem precisaria de mais ouros para ser eternizado como lenda. Mas agora, com seus nove ouros e o seu carisma, vai disputar com Phelps a preferência popular no trono dos maiores de todos os tempos.

Michael Phelps

Em números, é imbatível, o maior de todos. São 28 medalhas em cinco Jogos. No Rio, ganhou mais seis, cinco de ouro e uma de prata. As de ouro foram nos 200m borboleta, 200m medley e os revezamentos 4x200m livre, 4x100m medley e 4x100m livre. Nem mesmo a medalha de prata nos 100m borboleta diminuiu a emoção por ter dado o adeus como um grande campeão. Isso depois de ter abandonado as piscinas em 2014, com forte depressão. “Foi um desafio para voltar a este nível”, disse Phelps, que nestes Jogos foi até porta-bandeira da delegação americana.

Simone Biles

A torcida brasileira se encantou por Simone Biles, e a recíproca foi verdadeira: ela se impressionou com o carinho recebido no Rio. Que ajudou, sem dúvida. Mas quem duvida que a rainha da ginástica não levaria os quatro ouros – no solo, por equipes, no individual geral e no salto – e o bronze – na trave? No solo, inclusive, obteve pontuação fantástica (15.966). E a troca com a torcida a marcou: “Foi uma energia incrível, nunca tinha vivido algo assim.” É, Simone jamais esquecerá o Rio, e o Rio jamais esquecerá Simone.

Joseph Schooling

Imagina você, nadador, conseguir bater na frente de Michael Phelps numa prova de Olimpíada e deixar o americano sem apenas aquele ouro de todas que disputou? Isso já basta para o atleta de Cingapura figurar nesta lista. A proeza foi nos 100m borboleta. Aos 21 anos, ele teve força e fôlego suficientes para aguentar a pressão que vinha atrás nos metros finais da piscina. E precisou nadar tão rápido, mas tão rápido, que bateu o recorde olímpico da prova, com 50s39. Mas Schooling não é bobo não: ele treina nos Estados Unidos.

Thiago Braz

O salto com vara para a vitória foi um dos momentos mais marcantes, e também polêmicos, dos Jogos do Rio. E Thiago Braz mostrou aos 22 anos que tem estrela para brilhar por mais Olimpíadas. Desbancou as dores da vida, ao ser abandonado  pequeno pela mãe, desbancou seu até então ídolo, o francês favorito Renaud Lavillenie – este ainda magoado com as vaias do público -, e desbancou seus próprios limites ao arriscar e atingir marca jamais alcançada, por sinal, novo recorde olímpico. Esses 6,03m estão dando o que falar. Sarrafo neles, Thiago!

Rafaela Silva

A judoca de 24 anos criada na Cidade de Deus, comunidade do Rio de Janeiro, leva a medalha de ouro “sangue nos olhos” desta Olimpíada. Sabia como poucos ali o que era superar adversidades, e desde a primeira luta foi firme em busca do sonho no peso-leve. As três primeiras adversárias sequer tiveram chance. Veio a semi cheia de emoção contra a romena Corina Caprioriu, numa vitória com wazari no golden score (morte súbita). O ouro sobre Sumiya Dorjsuren, da Mangólia, coroou a campanha magnífica da mais nova heroína brasileira.

Robson Conceição

“Uh, vai morrer!” foi o grito de guerra no Pavilhão  6 do Riocentro para empurrar Robson Conceição rumo ao ouro do boxe no peso-leve. O baiano até pediu para a torcida evitar esse grito, mas não teve jeito. E Robson foi superando seus adversários, com destaque para a luta da semifinal contra o cubano Lázaro Álvarez, seu maior rival, primeiro no ranking mundial. Na disputa do ouro contra o francês Sofiane Oumiha, o brasileiro sentiu o adversário temer pela pressão. Mas, na verdade, foi Robson, com seu estilo agressivo, quem empurrou a torcida.

Teddy Riner

Como bater um gigante de 2,04m, campeão olímpico, sem perder desde 2010? Quem tiver essa fórmula vai entrar para a história, porque a Olimpíada do Rio passou e nenhum judoca conseguiu superar o francês Teddy Riner. E agora ele é bicampeão olímpico dos pesos-pesados e está invicto há 112 lutas. Riner, aos 27 anos, não foi ameaçado nenhuma vez nos Jogos. Praticamente perfeito no tatame, tem tudo para manter a hegemonia até 2020, em Tóquio. E pode tirar onda de Rei do Rio: antes do ouro, já tinha ganhado dois mundiais por aqui.

Anthony Ervin

O americano é um dos heróis mais improváveis desta Olimpíada. Afinal, quem poderia imaginar que, aos 35 anos, ele se tornaria o nadador mais rápido no planeta, na prova dos 50m livre, competindo com gente, na média, com 27 anos, e tendo como maior favorito o francês Florent Manadou, campeão em Londres? Pior. Ervin chegou na frente com o tempo de 21s40 16 anos depois de ter faturado o mesmo ouro, tê-lo leiloado, tendo abandonado as piscinas, mergulhado nas drogas. Olha, dava um filme essa história.

Shaunae Miller

Teve tira-teima no telão. Teve peixinho sobre a linha de chegada. Teve ouro no último suspiro nas pistas pela atleta das Bahamas Shaunae Miller, nos 400m. E este ouro entra como dos mais, senão o mais disputado até o fim. A americana Alysson Felix vinha colada na caribenha. E pelo ouro vale até se jogar. Mas Shaunae garante não ter pensado nisso: “Senti a minha perna travar a 40m da linha de chegada, e o que passou na minha cabeça foi cruzar a linha de qualquer maneira. Acabei caindo ao tentar fazer o movimento para dar a passada.” Será?

Mo Farah

Tem campeão que cai, se levanta e mostra por que é de fato um campeão. Foi o que aconteceu com o corredor britânico Mo Farah. Na metade da prova dos 10.000 metros do atletismo, o pior aconteceu. Mo tropeçou e sofreu uma queda. O público, no Engenhão, começou a incentivá-lo. E não é que Mo se levantou e reagiu? O que parecia quase impossível se concretizou. O campeão olímpico em Londres conseguiu repetir o feito e levou mais um ouro para casa. Na base da vontade, da luta, da superação. Um dos ouros mais comoventes desses Jogos do Rio.

Abbey d’agostinho e Nikki Hamblin

Tem atleta que cai, se levanta e completa a prova no sacrifício. E comemora como se fosse ouro. E comove o público. E foram duas atletas. Quando a americana Abbey D’Agostinho tropeçou na neozelandesa Nikki Hamblin, que havia caído, ninguém esperava que as duas terminassem os 5.000m rasos. Ficaram caídas por algum tempo. Mas quem disse que não se levantaram? O espírito olímpico conduziu-as até o fim, com Abbey em situação dramática. A chegada foi emocionante, com as duas se abraçando. E Abbey sofreu lesão nos ligamentos do joelho.

Martine Grael e Kahena Kuzne

As duas velejadoras de 25 anos conquistaram um ouro emocionante na classe 49er FX. No “quintal”, a Baía de Guanabara, fizeram a ultrapassagem na última boia e venceram por apenas dois segundos à frente do barco das neozelandesas Alex Maloney e Molly Meech. A conquista suada garantiu ao país o sétimo ouro na vela em toda a história olímpica. Filha de Torben Grael, Martina, ainda em êxtase, celebrou logo após a regata que valeu o título. “Foi a melhor regata da minha vida.” Certamente o Brasil jamais esquecerá o feito.

Alison e Bruno

A dupla transformou a Arena de Vôlei de Praia, em Copacabana, num estádio de futebol. E nem a chuva forte que caiu esfriou o delírio de todos que assistiram à vitória dos brasileiros sobre os italianos Nicolai e Lupo. Com o placar de 2 a 0, parciais de 21/19 e 21/17, na raça e no coração, o capixaba e o brasiliense garantiram a medalha de ouro que, principalmente para quem estava presente, jamais será esquecida. Os dois têm direito de comemorar muito esse feito.

Neymar

Poderia também ser o goleiro Weverton, um dos heróis ao defender um pênalti na decisão emocionante contra a Alemanha. Mas Neymar representa o que há de melhor no futebol brasileiro na trajetória que deu o tão sonhado ouro olímpico. Na final contra a Alemanha, ele não só mostrou categoria para marcar o golaço de falta como serviu os companheiros o jogo todo. E ainda teve a calma e categoria para cobrar o pênalti da medalha de ouro. Escreveu sua história nos Jogos, no Maracanã e no coração de todos os brasileiros. E ainda fez o raio do Bolt…

Wallace

Foram 12 anos de espera, mas o vôlei brasileiro conseguiu voltar ao alto do pódio olímpico. O Maracanãzinho viveu lances de emoção na vitória por três sets a zero (25/22, 28/26 e 26/24). sobre a Itália. De uma equipe em que todos atuaram acima da média, especialmente na reta final, Wallace soltou a mãos e se tornou o  melhor representante na volta aos bons tempos. Essa campanha do tricampeonato olímpico jamais será esquecida.

Isaquias Queiroz

Ele não ganhou ouro. Foram duas medalhas de prata e uma de bronze. Mas e daí? O suor e a simplicidade valeram muito mais. O atleta brasileiro da canoagem que é ídolo e referência em seu esporte para vários atletas do mundo entrou para a história como o primeiro brasileiro a conquistar três medalhas numa única edição de Jogos Olímpicos. E tinha que ser no Rio. Com seu estilo, conseguiu prata sozinho na C1 1000m e bronze na C1 200m. Acompanhado de Erlon de Souza, foi prata na C2 1000m. E ganhou o coração dos brasileiros.

Fonte: Globo.com

ÓTICA SANTOS DUMONT - CONSULTA 3

Novo passo: “dourados”, olímpicos se credenciam à Seleção; veja chances

O ouro veio, e os 18 jogadores da seleção olímpica entraram para a história do futebol brasileiro. A conquista pode representar um passo importante rumo ao principal objetivo de todos eles: estar na equipe principal, comandada por Tite. Após os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, alguns estarão mais próximos de dar este pulo, como Weverton, Rodrigo Caio,  Gabriel, Gabriel Jesus e Douglas Santos. A primeira chance é nesta segunda-feira, quando o treinador divulga lista já definida desde a última semana, para os jogos das eliminatórias contra Equador e Colômbia, em setembro. O anúncio acontece às 11h (de Brasília), na sede da CBF, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Outros nomes sofrem com a concorrência em seus setores ou por não terem feito uma Olimpíada que saltasse aos olhos, como Felipe Anderson e Rafinha. E há aqueles que já estão consolidados na Seleção: Neymar, Marquinhos e Renato Augusto. A única certeza é que todos foram avaliados de perto pela comissão técnica. Auxiliar de Tite, Cléber Xavier acompanhou todo o trabalho olímpico, e o próprio treinador também esteve próximo na reta final da competição.

Há, ainda, a possibilidade de a seleção sub-23 ser permanente, numa preparação de olho na próxima Olimpíada, em 2020, em Tóquio, e como maneira de fazer a transição para a equipe principal.

Abaixo, o GloboEsporte.com analisa cada posição e projeta o futuro dos olímpicos na Seleção de Tite. A análise leva em conta a maneira como o treinador pode montar a equipe, no 4-1-4-1 que utilizou no Corinthians. Confira:

Goleiros

Substituto do cortado Fernando Prass, Weverton foi opção, principalmente, de Rogério Micale e do preparador de goleiros, Rogério Maia. Mas Tite também gosta do goleiro do Atlético-PR, que o impressionou em um jogo contra o Cruzeiro, no Campeonato Brasileiro. A posição depende muito da confiança do treinador no jogador, e o arqueiro campeão olímpico, herói ao defender um pênalti, cresceu demais de status após o título. Uilson, por outro lado, sequer é titular do Atlético-MG. Sua presença na Olimpíada deveu-se à confiança de Micale, com quem trabalhou no Galo.

Laterais-direitos

A concorrência para Zeca e William é forte. Além do experiente Daniel Alves, Tite tem nomes como Danilo, Fagner e Fabinho à disposição. Este último, aliás, seria o titular na Olimpíada se fosse liberado pelo Monaco. O santista, polivalente, é quem tem mais margem de progressão, mas não deve aparecer na lista da Seleção num futuro próximo.

Zagueiros

Marquinhos vem sendo convocado com frequência para a Seleção há dois, e a boa Olimpíada realizada deve fazer com que tenha ainda mais espaço. Seu companheiro de zaga, Rodrigo Caio é quem tem boas chances de dar o salto para o time principal. Fez ótimo torneio e também pode jogar como volante. A concorrência compreende, principalmente, nomes mais experientes: Thiago Silva, Miranda, Gil e David Luiz.

Lateral-esquerdo

Titular na Olimpíada, Douglas Santos agrada muito à comissão técnica de Micale e também a Tite. É jovem e deve seguir para a Europa em breve. Esteve na Copa América Centenário e ganhou experiência na Seleção principal. Concorre por vagas com Marcelo, Filipe Luís e Alex Sandro.

Volantes

Thiago Maia foi muito elogiado por Micale, mas perdeu a posição durante a Olimpíada e ainda é novo – tem 19 anos e pode ser importante caso a seleção sub-23 seja permanente, pois tem idade para o próximo ciclo. Walace, titular na reta final e com experiência na Seleção principal, é quem tem mais chance de se firmar com Tite a curto prazo. Rodrigo Dourado, pouco utilizado, não deve ter oportunidade.

Meias

Renato Augusto trabalhou com Tite no Corinthians e é um dos pilares do técnico na Seleção. Seus companheiros, porém, devem ter dificuldade. Rafinha e Felipe Anderson não se firmaram na Olimpíada. É preciso saber como o treinador irá preencher o meio-campo para dimensionar as chances dos jovens, mas a expectativa é baixa. O jogador do Barcelona, mais versátil, pode ter oportunidade quando recuperar a melhor forma física.

Atacantes

Neymar é indiscutível. Gabriel Jesus e Gabriel podem ter esperança, pois são jovens e atuam tanto pelos lados quanto no comando do ataque, uma carência da Seleção – o santista já foi utilizado assim na Copa América Centenario. Luan, outro destaque da Olimpíada, mas menos versátil, é outro com boa chance a médio prazo. Pelas pontas, porém, a concorrência complica para os jovens: Douglas Costa, Willian e Philippe Coutinho são algumas das opções.

Fonte: Globoesporte.com

ÓTICA SANTOS DUMONT - CONSULTA 3

Atletas homenageiam Murilo no pódio, e Serginho diz: “Era para estar aqui”

Em meio às comemorações, a lembrança de um nome que estava ali até pouco tempo atrás. Cortado da lista final da seleção brasileira a menos de um mês do início da Olimpíada do Rio, Murilo foi homenageado pelos jogadores no pódio durante a cerimônia de premiação neste domingo no Maracanãzinho. Outros jogadores que também fizeram parte do grupo, como Isac e Tiago Brendle, foram lembrados. Mas o grupo lembrou da liderança do ponteiro no caminho rumo ao ouro olímpico.

– Era um cara que era para estar aqui. Isso é da gente. O Murilo era para estar aqui, devido a uma lesão não está. Mas é campeão olímpico como a gente – disse Serginho.

Um dos destaque da campanha vitoriosa do Brasil, Wallace fez questão de destacar a importância de Murilo, mesmo com ele longe do grupo durante os Jogos.

– Ele sempre fez parte, faz parte até hoje. O Murilo é um cara essencial num grupo desse. Todo mundo sabe da importância que ele tem, da qualidade que ele tem. Foi uma opção do Bernardo pelo fato de questões física, mas o grupo que ficou sabia muito bem que tinha sua parte de responsabilidade e fez muito bem – disse Wallace.

Murilo foi cortado por Bernardinho junto com Isac e Tiago Brendle, ficando fora da lista dos 12 nomes da Olimpíada. De volta da competição, a seleção desembarca em São Paulo na madrugada desta terça-feira. Dos três cortes, Murilo talvez seja a principal surpresa. Um dos veteranos da equipe e capitão da seleção, o atleta de 35 anos vinha enfrentando problemas físicos. Com um estiramento na panturrilha esquerda, não jogou durante a fase final da Liga Mundial. Fora de quadra, sofreu com a derrota na decisão e, depois, fez críticas a Ary Graça, presidente da Federação Internacional de Vôlei (FIVB), por não ter cumprimentado os jogadores brasileiros após a partida.

Fonte: Globo.com

ÓTICA SANTOS DUMONT - CONSULTA 3

Giba elege Wallace como MVP e diz: “Brasil calou a boca de todo mundo”

Medalha de ouro em Atenas 2004 e prata em Pequim 2008 e Londres 2012, o ex-jogador Giba destacou a força e a recuperação da seleção brasileira masculina de vôlei, que conquistou a medalha de ouro da Rio 2016 neste domingo depois de um início instável de competição. Para o antigo ponteiro do Brasil, as dúvidas colocadas em cima da equipe após as derrotas para Estados Unidos e Itália na primeira fase serviram para fortalecer o time.

– O Brasil mais uma vez se superou, mostrou que tem condição de calar a boca de todo mundo. Quando todo mundo fala mal, acha que as coisas estão mais ou menos, o Brasil vai lá e demonstra dentro de quadra a importância e o peso que tem a camiseta do Brasil em todos esses anos. Acho que a frase é a que todo mundo gritou: o campeão voltou – analisou Giba.

Giba ainda apontou o oposto Wallace como o melhor jogador dos Jogos Olímpicos de 2016. Assim como já tinha acontecido em outras partidas, o atleta do Taubaté foi decisivo mais uma vez na vitória por 3 sets a 0 sobre a Itália na final. Na premiação da Federação Internacional de vôlei, porém, Serginho foi escolhido como o atleta mais valioso.

– Para mim o Wallace foi o MVP da Olimpíada inteira. Ele jogou bem todos os jogos, chamando a responsabilidade o tempo inteiro, sem titubear em momento nenhum, sem deixar de chamar a responsabilidade para si.

O líbero Serginho, que disputou a sua quarta Olimpíada e fez a sua despedida da seleção, também foi reverenciado por Giba. Para ele, a experiência do jogador de 40 anos foi fundamental nesta nova conquista no Rio de Janeiro.

– Ele é um irmão de coração, a gente dividiu o quarto em pelo menos um ciclo olímpico, tive com ele praticamente de quase todos os filhos. Fico mais do que feliz de vê-lo campeão de novo. Ele se superou, foi o único que voltou da nossa geração para a seleção, acho que era necessário, a gente precisava de um líbero como ele, de um líder como ele, e isso demonstra a qualidade que ele tem, não só como jogador, mas como pessoa também – afirmou.

Aposentado das quadras desde 2014, Giba jogou na seleção com diversos jogadores do atual elenco, como Bruninho e Wallace, além de Serginho. Mesmo do lado de fora agora, o ex-ponteiro deu a sua contribuição e comemorou bastante o tricampeonato olímpico do Brasil.

– Eu sinto alegria e felicidade de poder dizer que de alguma forma eu passei com pouco de experiência para eles e ajudei nesse título, mas o mérito é todo deles.

Fonte: Globoesporte.com

ÓTICA SANTOS DUMONT - CONSULTA 3

Tour, quadros e tatuagens: campeões revelam destino das medalhas de ouro

O Brasil levou décadas para conquistar uma medalha de ouro no futebol olímpico. E agora? O que fazer com o objeto tão desejado? As respostas são as mais variadas. Há quem pretenda guardá-la em lugares secretos. Outros terão o maior orgulho em exibi-la com destaque na sala de casa. Tatuagens, uma semana com ela no pescoço e até um tour estão programados.

Antes da Olimpíada, Neymar havia dito que faria uma tatuagem da medalha de ouro caso ela fosse conquistada. A ideia partiu de seu companheiro de Barcelona, o meia Rafinha.

Logo depois de fazer um golaço de falta, bater o pênalti derradeiro do título, chorar muito e renunciar à faixa de capitão em entrevista à TV Globo, o atacante já marcou o símbolo da Rio-2016 em seu corpo, a exemplo do companheiro de posição Luan.

Outros pretendem repetir o gesto, como Gabriel, Walace e Marquinhos.

– Não sei exatamente o que, se a medalha ou símbolo da Olimpíada, mas alguma coisa terá que ser registrada e marcada – disse o zagueiro, que, a exemplo de muitos outros companheiros, vai reunir a medalha, uma camisa da seleção autografada por todos os campeões e a chuteira da final num quadro para a eternidade.

Todos os jogadores passaram pela zona mista do Maracanã – espaço onde dão entrevistas após as partidas – com suas medalhas no peito. Mesmo aqueles que tiveram menos tempo em campo, o lateral-direito William, por exemplo, não esconderam a euforia com a conquista inédita.

– Tatuar eu não vou, mas farei um quadro bem grande com a medalha e colocar na sala. Quem for me visitar vai ver, ela vai aparecer bastante – garantiu.

Dos planos mais conservadores aos inusitados: se antes da Olimpíada houve o tour da tocha, para promover o evento por todo o Brasil, agora o goleiro Weverton, herói ao defender o último pênalti da Alemanha, cobrado por Petersen, vai realizar o tour da medalha.

– Vou levar para Curitiba, para meus torcedores atleticanos poderem vê-la, e também todos os curitibanos. Depois para minha galera do Acre, que sempre esteve comigo. Vamos fazer um tour da medalha para todo mundo ter oportunidade de vê-la de perto (risos).

Um dos destaques da campanha dourada, o lateral-esquerdo Douglas Santos adotou a discrição: nada de tatuagens e muito menos ostentação. O objeto do desejo ficará guardado em lugar absolutamente secreto. Para o resto da vida.

– Não posso revelar, não (risos).

Os dois últimos jogadores da seleção brasileira a deixarem o corredor do Maracanã foram Marquinhos e o meia Renato Augusto, cena que se repetiu durante toda a Olimpíada, em razão da imensa paciência de ambos em falar com cada jornalista que pedia uma resposta.

Considerado pela maioria da imprensa o melhor jogador da final contra a Alemanha, Renato Augusto revelou planos mais íntimos com a medalha de ouro:

– A princípio estou programando uma semana com ela no meu pescoço. Depois vou ver (risos).

Impossível garantir que ele estava brincando.

Fonte: Globoesporte.com

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Ipueiras CE – Piloto cai após perder o controle da moto na CE 187 que liga Nova Russas a Ipueiras

Imagem Meramente Ilutrativa
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Sábado dia 20 de agosto, por volta de 23h30min, na CE 187 que liga Nova Russas a cidade de Ipueiras, e que teve como vítima o jovem Francisco Antônio Simplício, 22 anos, natural de Nova Russas. O mesmo deslocava-se sentido Nova Russas, quando sobrou em uma curva e veio perder o controle da motocicleta vindo de encontro ao solo.

Francisco pilotava a motocicleta HONDA/CB 300 de cor vermelha. A vítima foi socorrida para o hospital de Nova Russas e em seguida para Sobral, com suspeita de traumatismo craniano (TCE).

Nordeste Notícia

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Ipueiras CE – Acidente de trânsito na CE 257 que liga Ipueiras a Croatá

Imagem Meramente Ilustrativa
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Neste sábado, dia 20, por volta das 06h30min, aconteceu um acidente de trânsito na CE 257 que liga Ipueiras a cidade de Croatá, tiveram como vítimas o senhor Gonçalo Ribeiro de Oliveira de 64 anos e residente em Vista Alegre, zona Rural de Croatá e uma menor de idade.

De acordo com informações, o Sr. Gonçalo conduzia a motocicleta juntamente com a menor, deslocando-se de Ipueiras à Croatá, quando sobrou em uma curva e veio a colidir com um veículo SPACE CROSS, que era conduzido por Raimundo Moreira, de 70 anos, residente no centro de Ipueiras, o mesmo de pronto prestou socorro às vítimas que em seguida foram socorridas para Sobral-Ce com escoriações.

Nordeste Notícia

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Jornalista que acusa Feliciano é mitomaníaca, diz laudo

BBvQDQBO laudo emitido por uma psicóloga aponta que a estudante de jornalismo Patrícia Lelis, de 22 anos, é mitomaníaca, ou seja, tem um transtorno de personalidade que a faz mentir compulsivamente, revela a Polícia Civil de São Paulo nesta sexta-feira (19). Investigadores disseram que vão pedir a prisão preventiva da estudante, informa o ‘G1’.

“Recebi documentos com laudo psicológico que diagnosticou a moça como ‘mitomaníaca’. Possui mitomania”, disse ao G1 o delegado Luiz Roberto Hellmeister, titular do 3º Distrito Policial (DP), na Santa Ifigênia, região central da capital paulista. “Ela é mentirosa compulsiva.”

Patrícia foi indiciada por calúnia e extorsão pela polícia nesta quinta-feira (18). A estudante acusou Talma Bauer, assessor do deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) de sequestro e cárcere privado num hotel na capital paulista, entre julho e agosto, além de ter acusado o deputado de tentativa de estupro no apartamento dele, em Brasília, em junho.

Nordeste Notícia
Fonte: Notícias ao Minuto

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“Me sinto realizado”, diz Isaquias após conquista da prata com Erlon de Souza

Enfim, o objetivo conquistado. Com duas medalhas olímpicas no bolso, o baiano Isaquias Queiroz acrescentou mais uma à coleção na manhã deste sábado e se tornou o primeiro brasileiro a subir ao pódio três vezes em uma única edição dos Jogos Olímpicos. O feito de prata desta manhã teve a parceria de Erlon de Souza, na categoria C2 1000m da canoagem velocidade. E a alegria após a prova era daquelas que não se consegue contar apenas em um sorriso.

Ainda na canoa, Erlon chorou e agradeceu aos céus. Isaquias abraçou o companheiro e tratou de mandar um coraçãozinho com as mãos para aqueles que torciam à beira da lagoa.

– Me sinto realizado. Meu objetivo era ter as três provas. Dedico para todo mundo que me ajudou. Estou orgulhoso e feliz por quebrar esse recorde como atleta brasileiro. Não é só meu. Minha equipe toda esta de parabéns. Não é só para mim. Estou satisfeito e muito feliz. Vim com um objetivo. Agradeço primeiro ao Comitê Olímpico, que trouxe o Jesús [Morlán, treinador da dupla], esse apoio. Tivemos recorde de público aqui – afirmou Isaquias Queiroz.

Erlon tratou de agradecer o apoio da torcida, que marcou presença na Lagoa Rodrigo de Freitas. Segundo ele, o carinho de quem aguarda fora da água é o gás necessário para dar o impulso final na prova.

– A torcida foi essencial. Qualquer empurrão a mais ajuda durante a prova. A torcida brasileira nos dá energia e nos leva para cima. Isso nos dá ânimo na prova. Vínhamos treinando forte, e a torcida nos ajuda muito nos 200, 300 metros finais. A torcida nos levanta. É uma prata com gosto de ouro – disse.

A prova foi difícil. Foi preciso superar adversários como os russos Ilia Shtokalov e Ilya Pervukhin e os ucranianos Dmytro Ianchuk e Taras Mishchuk. No início, liderança. Do meio para o fim do percurso, os alemães Sebastian Brendel e Jan Vandrey deram um gás e assumiram a ponta. Mas nada que tirasse o brilho da prata da dupla baiana. Ao sair da lagoa, Isaquias e Erlon correram para saudar os torcedores, que esperavam ansiosos na arquibancada.

A dupla baiana é a atual campeã do mundo da modalidade, título conquistado em Milão no ano passado. Antes da medalha deste sábado, Isaquias já havia subido ao segundo lugar do pódio na prova do C1 100m, além de ter ficado com o bronze no C1 200m.

fonte: Globo.com

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O Raio que sempre cai no topo do pódio: Bolt dá adeus com tri do 4×100

Não era noite de voo solo. Era noite de trabalhar em equipe e usar o próprio brilho para consagrar os companheiros. Mas mesmo tratando-se de um quarteto, quem todos queriam ver era  Usain Bolt. E o Raio não decepcionou. Caiu pela terceira vez no mesmo lugar: no topo do pódio. Cruzou em primeiro lugar a linha de chegada de sua última prova olímpica, fechando o revezamento 4x100m da Jamaica com maestria (37s27) e levando o país ao tricampeonato da prova. No Engenhão, o homem mais rápido do mundo despediu-se dos Jogos com a terceira tríplice coroa da carreira, já que também havido sido campeão dos 100m e 200m rasos.

– Definitivamente não estarei em Tóquio, em 2020. Já cumpri a minha missão nas Olimpíadas. Terminei como queria a minha participação, e não tenho uma medalha favorita. Difícil escolher uma final em especial. Todas são importantes – disse Bolt ao fim da prova.

Felizes aqueles que estiveram no estádio olímpico do Rio para presenciar o adeus e ver a festa, com direito a uma sambadinha coletiva e soco no ar à lá Pelé. Pobres japoneses, que apesar de levarem a prata no Rio com direito a recorde asiático (37s60) não terão a sorte de ver o maior de todos os tempos em ação daqui a quatro anos.

O bronze ficou com o Canadá (37s64), que também bateu marca nacional e foi beneficiado pela desclassificação dos Estados Unidos, eliminados por realizar a troca de bastões fora da área permitida. Trinidad e Tobago também foi punido por pisar em raia adversária, e assim o Brasil, que contou com Ricardo de Souza, Vitor Hugo Santos, Bruno Lins e Jorge Vides, subiu da oitava para a sexta colocação com o tempo de 38s41.

– Fico feliz de ter chegado a uma final em minha primeira Olimpíada, mas não estou feliz com a marca. A equipe não está feliz. Poderíamos fazer melhor. Infelizmente não deu. É bola para frente. Ano que vem tem Mundial. Temos condições de correr para 37 segundos também – disse Jorge Vides.

Vitor Hugo adotou discurso parecido e quer analisar a prova para ver no que é possível melhorar.

– Treinamos bastante. Foram dois anos de trabalho para chegar aqui, numa final olímpica. Infelizmente não aconteceu (o pódio). Estamos tristes, porque sabemos até onde podemos chegar. Vamos sentar, ver as passagens e começar um novo ciclo.

Nas eliminatórias, os jamaicanos não contaram com Bolt. A formação com Jevaughn Minzie, Asafa Powell, Nickel Ashmeade e Kemar Bailey-Cole se classificou na quinta posição, com 37s94. Para a final desta sexta, dois nomes, assim como a ordem, foram trocados. Asafa abriu a prova, seguido por Yohan Blake. Coube a Ashmeade passar o bastão para Bolt cruzar a linha de chegada.

Não era noite de voo solo. Era noite de trabalhar em equipe e usar o próprio brilho para consagrar os companheiros. Mas mesmo tratando-se de um quarteto, quem todos queriam ver era  Usain Bolt. E o Raio não decepcionou. Caiu pela terceira vez no mesmo lugar: no topo do pódio. Cruzou em primeiro lugar a linha de chegada de sua última prova olímpica, fechando o revezamento 4x100m da Jamaica com maestria (37s27) e levando o país ao tricampeonato da prova. No Engenhão, o homem mais rápido do mundo despediu-se dos Jogos com a terceira tríplice coroa da carreira, já que também havido sido campeão dos 100m e 200m rasos.

– Definitivamente não estarei em Tóquio, em 2020. Já cumpri a minha missão nas Olimpíadas. Terminei como queria a minha participação, e não tenho uma medalha favorita. Difícil escolher uma final em especial. Todas são importantes – disse Bolt ao fim da prova.

Felizes aqueles que estiveram no estádio olímpico do Rio para presenciar o adeus e ver a festa, com direito a uma sambadinha coletiva e soco no ar à lá Pelé. Pobres japoneses, que apesar de levarem a prata no Rio com direito a recorde asiático (37s60) não terão a sorte de ver o maior de todos os tempos em ação daqui a quatro anos.

O bronze ficou com o Canadá (37s64), que também bateu marca nacional e foi beneficiado pela desclassificação dos Estados Unidos, eliminados por realizar a troca de bastões fora da área permitida. Trinidad e Tobago também foi punido por pisar em raia adversária, e assim o Brasil, que contou com Ricardo de Souza, Vitor Hugo Santos, Bruno Lins e Jorge Vides, subiu da oitava para a sexta colocação com o tempo de 38s41.

– Fico feliz de ter chegado a uma final em minha primeira Olimpíada, mas não estou feliz com a marca. A equipe não está feliz. Poderíamos fazer melhor. Infelizmente não deu. É bola para frente. Ano que vem tem Mundial. Temos condições de correr para 37 segundos também – disse Jorge Vides.

Vitor Hugo adotou discurso parecido e quer analisar a prova para ver no que é possível melhorar.

– Treinamos bastante. Foram dois anos de trabalho para chegar aqui, numa final olímpica. Infelizmente não aconteceu (o pódio). Estamos tristes, porque sabemos até onde podemos chegar. Vamos sentar, ver as passagens e começar um novo ciclo.

ARRANCADA DE BOLT É FUNDAMENTAL PARA O OURO

Duas horas antes de correr, Bolt entrou em cena e deu o gostinho de sua presença para o público. Na cerimônia de premiação dos 200m, arrancou os primeiros – de muitos – aplausos da noite. Às 22h36, quando a final do 4x100m masculino finalmente foi anunciada pelos locutores, a torcida vibrou. Era para ver aquele momento que todos tinham comprado ingresso. Diante do anúncio das equipes, a vibração pela Jamaica foi absurda. Talvez só o quarteto do Brasil tenha recebido mais gritos – e mesmo assim, há dúvidas.

Cada atleta se posicionou na área que lhe cabia nas respectivas raias. Bolt, que fecharia a prova, ficou na curva final. Andou de um lado para o outro, acenou, e pela primeira vez ouviu o público gritar algo que não fosse seu nome quando estava na pista. A torcida gritava “Brasil! Brasil!”. Fazia festa para os anfitriões antes do começo. Ao fim da prova, o delírio seria pelo quarteto jamaicano.

Asafa largou e passou o bastão sem problemas para Blake, que perdeu espaço para a boa prova feita pelo americano Justin Gatlin até a segunda passada. Ashmeade não comprometeu, mas passou o bastão com a equipe do Japão forte no páreo. Uma fez que Bolt entrou em ação, não houve asiático que o alcançasse. Passou a linha de chegada com sobras pela terceira vez em uma disputa de medalhas na Rio 2016.

A festa foi ainda maior do que nas provas individuais. Sem nenhum evento pelo frente, o Raio podia enfim se soltar. Juntou-se aos compatriotas para dar a volta olímpica com bandeiras da Jamaica e cobriu-se com outra do Brasil que recebeu da torcida. Fez sozinho a comemoração do arqueiro, ou do “raio”, como chamam alguns torcedores. Em grupo, sambou e levantou de vez o público. Desta vez, os gritos foram de “Uh, tá maneiro! Usain Bolt é brasileiro!”. Em agradecimento, voltou a beijar a pista azul, desta vez na raia quatro, e depois bateu na raia três, mostrando o número de títulos conquistados em solo carioca.

A essa altura, todos os adversários já haviam partido. Até os anfitriões dos Jogos de 2020 que tanto se esforçaram para deixar EUA (que seriam desclassificados) e Canadá para trás. Haviam tentado, talvez, mostrar que a sede da próxima Olimpíada estará bem servida de talentos nas provas de velocidade. Pobre japoneses, tanto atletas quanto fãs de atletismo. Jamais serão capazes de preencher a lacuna que representará a ausência de Usain Bolt em uma Olimpíada.

Fonte: Globoesporte.com

 

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Brasil reage no fim, encerra jejum de gols, mas perde bronze para o Canadá

RESUMÃO

A torcida lotou o estádio (39.718 pessoas) e empurrou a seleção brasileira, mas a medalha de bronze do futebol feminino da Olimpíada do Rio de Janeiro ficou com o Canadá. Em partida disputada na tarde desta sexta-feira, na Arena Corinthians, em São Paulo, as visitantes souberam neutralizar as principais armas ofensivas do Brasil e suportar a pressão para, com uma vitória por 2 a 1, confirmar pela segunda edição seguida a terceira posição no torneio. Foi assim também em Londres 2012.

Primeiro tempo

Mesmo com o grande apoio da torcida, a primeira etapa foi quase toda canadense. Com exceção a jogadas pelo alto e bate e rebate na área defendida pela goleira Labbe, todas as principais chances foram do Canadá. Logo aos oito minutos, Sinclair bateu falta com categoria e acertou o travessão da meta de Bárbara. O gol das visitantes veio em bom contra-ataque de Lawrence, que ganhou pela esquerda e passou para Rose completar para o gol.

Segundo tempo

Sete minutos. Este foi o tempo que o Canadá precisou para ampliar o placar e aumentar a pressão para o lado das brasileiras. Rose avançou pela direita e cruzou rasteiro para Sinclair, que ganhou da marcação e bateu na saída de Barbara. No desespero, a Seleção tentou pressionar e até passou a criar mais. Bia, aos 33 minutos, fez o gol que devolveu esperança ao torcedor, mas nem os gritos de “Eu Acredito” nas arquibancadas foram suficientes para tirar o bronze das canadenses.

Canadá em casa

O Canadá conquistou a medalha de bronze no futebol feminino sem ter passado pelo Rio de Janeiro. Durante a campanha, foram quatro vitórias em São Paulo, uma vitória em Brasília e uma derrota em Belo Horizonte. Em entrevistas recentes, o técnico John Herdman já havia afirmado que sua equipe se sentia em casa no estádio corintiano. Agora, com o bronze garantido, ele tem mais motivos para comemorar o desempenho paulista.

Vale a pena ver de novo

Atrapalhar os planos das donas da casa não é novidade para as canadenses no futebol feminino. Em 2012, nos Jogos de Londres, elas passaram pela Grã-Bretanha nas quartas de final e caíram na semi contra as americanas, mas faturaram o bronze em disputa contra a França. Em 2016, vitória contra as brasileiras em São Paulo na disputa do terceiro lugar.

Jejum brasileiro

Depois de fazer oito gols nos dois primeiros jogos da Olimpíada, o ataque do Brasil só voltou a marcar nesta sexta-feira, encerrando uma seca de 412 minutos. No período, empate sem gols com África do Sul, Austrália e Suécia. Coube a Bia encerrar esse jejum, aos 33 do segundo tempo da partida contra o Canadá.

Fonte: Globo.com

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Pacotão da superação: choro, volta o ponto, Wallace “on fire” e russa pé-frio?

A Rússia estava engasgada na garganta do Brasil. Por mais encontros que tenham acontecido nos últimos quatro anos, era preciso dar o troco daquele 3 a 2 de virada na decisão em Londres 2012. Na noite de sexta-feira, no Maracanãzinho, a vingança veio em forma de atropelamento, e não houve Yelena Isinbayeva ou dores musculares que tirassem o time de Bernardinho do caminho de sua quarta final consecutiva de Olimpíada. Em noite inspirada de Wallace e um Serginho emocionado, os brasileiros fizeram 3 a 0 com facilidade e encaram a Itália no domingo, às 13h15 (de Brasília), pelo tricampeonato.

CHORO DE SERGINHO

Quatro finais olímpicas consecutivas não é um feito alcançado por qualquer um. Ainda mais quando, mesmo aos 40 anos, o atleta segue como um dos principais nomes da equipe e tem a oportunidade de se despedir da Seleção com uma segunda medalha de ouro. Motivos não faltam para justificar a emoção de Serginho após a vitória sobre a Rússia. Ajoelhado no solo do Maracanãzinho, o líbero desabou em lágrimas e recebeu o carinho de todos os companheiros. Domingo, às 13h15 (de Brasília), contra a Itália, ele se tornará o brasileiro com mais medalhas em esportes coletivos e encerra sua história com a camisa amarela. E que história!

QUE MIRA!

Um lance curioso chamou a atenção no início do segundo set. O placar apontava 2 a 1 para o Brasil quando a Rússia soltou a mão em saque. Lucarelli teve dificuldade na recepção, e lá se foi Serginho correndo atrás da bola que voava pelo Maracanãzinho. Posicionado para fazer o passe, o líbero foi surpreendido por uma mudança de direção da bola, que tocou no cabo de aço que sustenta a câmera flutuante da Olimpíada. Ponto para os russos? Nada disso. A arbitragem entrou em ação e mandou voltar o saque. Justo.

ISINBAYEVA PÉ-FRIO?

A Rússia contou com uma torcedora ilustre contra o Brasil no Maracanãzinho: Yelena Isinbayeva. Fora dos Jogos do Rio por conta do veto ao atletismo de seu país após escândalos de doping, a musa anunciou a aposentadoria na própria sexta-feira e preferiu não sofrer indo ao Engenhão para acompanhar a disputa do ouro no salto com vara. No vôlei, entretanto, ela também não teve muito motivos para sorrir. Apesar da animação e dos registros de cada detalhe através do celular, ela viu os compatriotas perderem por um arrasador 3 a 0. Simpática, vibrou até com pontos do time de Bernardinho e ostentou uma bolsa do Time Brasil.

O CAMPEÃO VOLTOU!!

O atropelamento brasileiro sobre a Rússia deixou ensandecida a torcida que lotou o Maracanãzinho na noite de sexta-feira. Os russos sofreram com a pressão da cada saque, vaias e barulho ensurdecedor. A medida que a vitória se desenhava, os torcedores não se continham e profetizavam: “O campeão voltou! O campeão voltou!”. Depois de duas pratas, o Brasil tem mais uma chance de levar o tricampeonato olímpico.

WALLACE ENDIABRADO

Complicou, joga no Wallace. E como Wallace estava endiabrado na vitória contra a Rússia. Mostrando a vibração de sempre, o oposto contagiou o torcedor que lotou o Maracanãzinho e foi o grande nome da vitória por 3 a 0, que garantiu um lugar na decisão olímpica, domingo, diante dos italianos. Maior pontuador da partida, ele colocou 18 bolas no chão da quadra adversária.

VAI COM MEDO MESMO

Era vida ou morte, e ninguém queria ficar fora. Lucarelli e Lipe sofreram com problemas físicos durante os Jogos Olímpicos, mas se sacrificaram e tiveram papel importante na arrasadora vitória por 3 a 0 sobre a Rússia. Depois de temer até mesmo perder a reta final da Olimpíada, Lucarelli, que sofreu um pequeno estiramento na coxa direita, não entrou 100% e ainda assim marcou dez pontos, enquanto Lipe, recuperado de uma contratura na região lombar, fez oito.

Fonte: Globoesporte.com

 

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Gratidão de campeões: Alison e Bruno dividem méritos do ouro olímpico

Foi na raça e no coração: em grande final diante dos italianos Nicolai e Lupo, a quinta medalha de ouro brasileira nos Jogos do Rio de Janeiro foi garantida por Alison e Bruno Schmidt na madrugada de quinta para sexta-feira na Arena de Vôlei de Praia em Copacabana. No fim do triunfo por 2 sets a 0 (21/19 e 21/17), a água da chuva que caiu desde antes de a bola entrar em jogo, misturou-se com as lágrimas dos novos campeões olímpicos. Emoção traduzida nas primeiras palavras da dupla.

– Trabalho, gratidão. Nosso time é muito grato por todas as pessoas que ajudaram Bruno e Alison a chegarem aqui. Eu sou campeão, Alison e Bruno são campeões. O Brasil é campeão olímpico de vôlei de praia – disse Alison.

– Realmente, não se ganha uma Olimpíada saindo de casa, entrando nela e conquistando uma vaga. No ano de 2014, compramos um terreno. Em 2015, subimos uma casa e, em 2016, pintamos ela. A classificação foi muito forte, com grandes times, tive de parar para operar o joelho. Quando ia voltar, tive apendicite. Tivemos quatro resultados ruins. Mas em nenhum momento, o Bruno parou de acreditar no Alison, e o Alison deixou de crer no Bruno. No Campeonato Mundial, passamos por várias fases, encontramos os melhores do time do mundo, batemos recordes, fomos o melhor time do mundo e nunca, nunca deixamos de acreditar. Se vocês forem recapitular o campeonato, no primeiro jogo, começamos atrás, ganhamos de 2 a 0. No segundo, perdemos, mesmo nunca duvidando um do outro. No terceiro, torci o meu pé, mas tive que me desdobrar para jogar. E quando saiu a chave no sorteio, só vieram times fortes. É trabalho, é sempre acreditar um no outro, essa é a característica do nosso time – completou depois na entrevista coletiva.

Bruno, que caiu nos braços dos familiares presentes no local, lembrou das noites mal dormidas e agradeceu a um incentivador especial: o pai.

– Não é fácil permanecer nesse esporte. Para mim, como um jogador relativamente baixo, foi complicado. Cada dia foi uma luta e, às vezes, essa luta é cansativa demais. Eu olhava para o meu pai e comentava com ele: “Pai, não estou perdendo tempo não? Meus amigos estão formados, eu estou insistindo em uma coisa onde não sou bem-vindo”. E ele não me deixou parar, não me deixou não acreditar. Ele sempre acreditou mais em mim do que eu mesmo. Sempre foi muita dificuldade e nada veio fácil para mim. Ele sempre falou isso para mim. Essa Olimpíada foi exemplo disso. Perdemos um jogo na chave e eu realmente fiquei muito triste, não falei para ninguém, só me abri para minha família, fiquei muito triste, meu psicológico ficou abalado, mas ele falou: “Você vai chegar lá, você vai ser campeão”. Minha vida inteira foi assim, meu pai nunca me deixando perder tempo ou desistir do meu sonho.

Confira outros trechos da entrevista coletiva de Alison e Bruno Schmidt:

Reação de Bruno sem demonstrar sentimentos, e Mágico sem dormir:

– O Bruno vai implodir uma hora. Ele não demonstra os seus sentimentos, e eu sei que ele está sem dormir há uns 15 dias. Eu sei disso porque dividimos o quarto. Às vezes, eu escutava um barulho e sabia que era ele andando, indo conversar com nosso técnico no quarto dele. E olha que eu durmo bem, gosto muito de dormir mesmo. Mas tem sido uma experiência maravilhosa nos últimos quatro anos. Eu chorei lá em Londres por me tornar um medalhista olímpico. Hoje eu chorei por ser medalhista de novo, entrei pra um grupo seleto, e o Bruno estreou com pé direito. Eu acho que é isso, o Alison aprendeu com o Bruno, o Bruno aprendeu com o Alison, e acho que hoje ele vai dormir direito.

Referência para os mais jovens:

– Eu acredito que o futuro do nosso país esteja nas crianças, nunca escondi de ninguém e ser referência para elas é incrível. Eu tive referências. Acordava cedo para ver Ayrton Senna, Marcelo Negrão, Shelda, Emanuel, entre outros. Meu pai foi uma grande referência. É uma responsabilidade muito grande pra gente e sabemos disso. Temos que continuar fazendo o que fazemos todos os dias, acordar, se alimentar bem, treinar e fazer nosso melhor. E eu acho que o Bruno provou pro mundo que tamanho não é documento. Na verdade, ele mostrou que, apesar de ser um atleta baixo, tem tudo que precisa para ser um medalhista olímpico e provou que se você trabalha honestamente e crê nos seus sonhos, tudo pode acontecer.

A TRAJETÓRIA DE BRUNO/ALISON até a final

Alison e Bruno estrearam nos Jogos Olímpicos em jogo válido pelo Grupo A contra os canadenses Josh Binstock e Sam Schachter. Lidaram com o forte vento e quebraram o gelo da estreia para vencer por 2 a 0 (21/19 e 22/20). O segundo jogo foi o pior dos brasileiros e marcou a única derrota da parceria na campanha. Usando uma tática de sacar somente em Schmidt, Doppler e Horst, da Áustria, venceram por 2 a 1, parciais de 21/23, 21/16 e 13/15. A terceira partida da primeira fase foi contra Alex Ranghieri e Adrian Carambula. O Brasil não caiu na provocação do segundo, que apontou para genitália e se virou na direção do público, e ainda superou uma lesão do Mamute para vencer por 2 a 0 (21/19 e 21/16).

Na fase de mata-mata, duelo contra os espanhois Herrera e Gavira nas oitavas de final. Alison voou, fez 31 pontos, e os brasileiros marcaram 2 a 0 (24/22 e 21/13). Nas quartas, uma “final antecipada” no embate diante do campeão olímpico Phil Dalhausser (Pequim 2008) e seu parceiro Nick Lucena, dos Estados Unidos. Vitória do Brasil por 2 a 1 (21/14, 12/21 e 15/9). Na semi, um dos melhores jogos de todo o campeonato. Os dois atletas do Brasil jogaram fácil, sofreram com uma reação rival no segundo set, puxada pelo gigante Meeuwsen, de 2,07m, mas ganharam por 2 a 1 (21/17, 21/23 e 16/14).

Fonte: Globoesporte.com

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Após tri, Bolt diz: “Estou tentando ser um dos maiores, estar entre Ali e Pelé”

A festa de Usain Bolt foi grande na noite desta quinta-feira, com direito a beijo na pista do Engenhão. O título nos 200m rasos do Rio de Janeiro foi o terceiro consecutivo do jamaicano na prova em Olimpíadas e o oitavo ouro do homem mais rápido do mundo. O Raio, que costuma se chamar de lenda viva, afirmou que é o maior da história do atletismo e voltou a se comparar com outros ídolos do esporte.

– Não preciso provar mais nada. O que mais posso fazer para provar que sou o maior? Estou tentando ser um dos maiores, estar entre Ali e Pelé. Espero que depois dos Jogos eu esteja nesse hall. Só estou esperando depois dos Jogos para ver o que a mídia vai dizer. Vocês vão me colocar e os fãs também, mas agora não, estou trabalhando muito, tenho que dar mais um passo para chegar ao nível deles, estou muito contente. Tenho que esperar o que vocês vão escrever amanhã e no dia seguinte – disse Bolt.

O último passo de Bolt para chegar ao patamar de Pelé e Muhammad Ali é o ouro no revezamento 4x100m rasos. Usain já havia se tornado no Rio o primeiro velocista a conquistar o tri olímpico dos 100m rasos. Nesta quinta, ele repetiu o feito nos 200m rasos. Ele deve fazer o mesmo no revezamento 4x100m rasos da Jamaica nesta sexta – há a possibilidade de o país perder o título de 2008 por causa do doping de Nesta Carter. Bolt não gostou da marca 19s78 que lhe deu o ouro dos 200m rasos, mas deu show na comemoração.

– Tudo é especial. Os 200m rasos é minha prova favorita. Há um foco grande, então estou aliviado. Corri forte na curva. Na reta, meu corpo não respondeu. Estou ficando velho. Fiz tanto no esporte. Agora quero apenas curtir minha vida. Não tenho nada mais para provar. Fiz tudo o que poderia. É um alívio. Eu finalmente consegui. Eu acho que é minha última Olimpíada – disse Bolt, que tem 29 anos.

Fonte: Globo.com

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Separação, volta, altos e baixos: a regata de Martine e Kahena até o ouro

A mesma idade, 25 anos, o mesmo “quintal”, a Baía de Guanabara, e o DNA da vela. Martine Grael e Kahena Kuzne, campeãs olímpicas da classe 49er FX na Rio 2016, têm muito em comum. O amor pelo esporte que herdaram da família, personalidade forte, competitividade. Talvez isso explique o sucesso delas na Olimpíada. Mas foi quando aceitaram e respeitaram as diferenças que elas encontraram a rajada de vento perfeita para o sopro até o ouro.

– É um filme que está passando, mas será que é verdade? Estou emocionada. Elas combinam muito, um casamento perfeito. A Tine (Martine) sempre foi a capitã, e a Kahena no começo não lidou bem com isso, elas tiveram que fazer esse ajuste. Mas é um casamento perfeito. Elas são guerreiras, vão à luta. Não têm medo de nada, nem de vento, nem de tempestade – contou Audrey Kunze, mãe de Kahena.

Quando Audrey fala em “capitã”, quer dizer que Martine é a proeira, quem dita as manobras, e a filha, a timoneira, responsável por, dentre outras funções, trocar as velas. A parceria que deu a medalha de ouro ao Brasil nesta quinta-feira começou na década passada, quando as adolescentes eram concorrentes ferrenhas na classe 420 e resolveram se unir. De cara foram campeãs do Mundial júnior em 2009, disputado em Búzios, na Região dos Lagos.

– Fui o treinador delas quando ganharam o Mundial. Não tinha dúvidas de que chegariam nesse momento. Sabia que seriam boas velejadoras. De lá para cá, a Martine fez um ciclo olímpico com a Isabel Swan na classe 470, mas não conseguiram a vaga. Enquanto isso, a Kahena ainda estava decidindo se seria profissional – disse Fernando Sesto, primeiro técnico da dupla dourada.

Mas a dupla se desfez e foi estudar engenharia ambiental. A vela passou a ser apenas um lazer de fim de semana. Na tentativa com Swan, Martine retomou o sonho olímpico. Não se classificou para Londres 2012, mas acabou sendo convidada pelo Comitê Olímpico do Brasil para ir à Inglaterra e fez parte de um grupo de jovens atletas. Era um plano de convivência, feito para eles sentirem o clima olímpico. Separada de Isabel, não sabia muito o que fazer. Até que uma nova classe feminina foi criada para a Olimpíada. A 49er FX casava com as pretensões de Martine. Era a vez de fazer o convite. E era para amiga Kahena.

– Foram muito momentos de aprendizado, de altos e baixos. Admiro muito a Martine, ela é incrível. O mais importante é estarmos bem. Ao fim de cada regata, fazemos questão de nos abraçar. Isso é o que vale – disse Kahena.

Kahena decidiu mergulhar de cabeça. A vela, que por um tempo havia ficado recolhida, voltou a ser içada.

– O que faz a diferença é que temos muita amizade. Tivemos uma mudança importante no nosso relacionamento. A palavra é profissionalização. Somos amigas do peito, mas precisávamos ser amigas e parceiras. Foi uma parceria muito bonita. Ela é uma ótima parceira. Não poderia ter tido esse resultado com mais ninguém. Foi ótimo.

Reparou que Martine disse que “foi uma parceria bonita”? Pois é. Terminada a festa no pódio e a enxurrada de abraços, a dupla não conseguiu responder se seguirá formada.

– Não sei. Daqui a seis meses me pergunta que eu te respondo (risos). Não faço ideia – comentou Martine.

Kahena seguiu uma linha parecida. Sem pressa para pensar no amanhã.

– A competição acabou agora, a ficha não caiu. Preciso respirar um pouco e admirar essa medalha.

Quatro anos depois do início do projeto olímpico, o auge. E os bons resultados marcaram o período. Em 2014, conquistaram o primeiro título mundial da vela feminina do Brasil e foram eleitas a melhores velejadoras do ano pela World Sailing. Venceram os dois eventos-testes no Rio e em 2015 alternaram vitórias e segundos lugares nas competições. Mas viram as adversárias crescerem. Perderam o bicampeonato mundial na última regata e este ano ficaram em sexto lugar no mundial de Clearwater, nos Estados Unidos. Como melhor resultado de 2016 até agora, haviam levado a prata na etapa da Copa do Mundo de Hyeres, na França, e chegaram aos Jogos como líderes do ranking mundial.

Ainda não dá para dizer o que vem pela frente. É como o vento, que a qualquer momento pode mudar de direção.

Fonte: Globoesporte.com

ÓTICA SANTOS DUMONT - CONSULTA 3

Medida da União vai atrasar obras no Ceará; Camilo critica

A mudança na transferência de recursos para intervenções relacionadas à estiagem que o Estado enfrenta irritou gestores do Ceará
A mudança na transferência de recursos para intervenções relacionadas à estiagem que o Estado enfrenta irritou gestores do Ceará
A mudança na transferência de recursos para intervenções relacionadas à estiagem que o Estado enfrenta irritou gestores do Ceará

As obras das adutoras de montagem rápidas, previstas no Plano de Segurança Hídrica deste ano, irão atrasar devido ao repasse de investimentos destinados ao Estado para o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs). O governador Camilo Santana considera uma falha a medida. Já o secretário de Recursos Hídricos do Estado, Francisco Teixeira, reafirma que as obras vão demorar ainda mais.

O repasse de R$ 789,9 milhões destinado a vários estados do País ocorreu por meio da Medida Provisória 743 de 29 de julho, assinada em agosto pelo presidente interino Michel Temer, para o Ministério Nacional da Integração. A Pasta é responsável pelo Dnocs. “Achei que foi um erro do Governo. Registrei isso. A coisa mais importante desse processo é que a ação aconteça para sanar a deficiência de água da população”, revelou Camilo Santana.

Conforme o chefe do Executivo Estadual, a transferência de R$ 48 milhões do total estava destinado à redução dos efeitos da seca. O Estado já havia acertado, por meio de um acordo feito pela presidente afastada Dilma Rousseff, de que caberia aos governadores a gestão desses recursos. Construções de adutoras em sete municípios, que já estavam programadas para serem iniciadas, serão passadas ao Dnocs. “Isso havia sido acordado. Eu já tinha assinado. Não era um convênio, mas um compromisso do Ministério. Ações que o Estado tem expertise, como já fizemos em Quixeramobim, Arneiroz e Crateús”, declarou Camilo.

Prejuízos

Segundo o gestor, houve uma conversa com o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, sobre o repasse ao Dnocs. “Conversei com o ministro. Questionei. Compromissos precisam ser honrados, independentemente do governo. A relação tem que ser republicana”.

O governador ressalta que terá prejuízos no tempo de serviço das obras. “Minha única preocupação é saber qual a velocidade que o Dnocs executará essas obras, mas me coloco à disposição do ministro de entregar todos os projetos elaborados”.

dsaEm entrevista ao Diário do Nordeste, o secretário do Recursos Hídricos, Francisco Teixeira, afirmou ter sido “pego de surpresa”, pois já estava tudo encaminhado para o envio de verbas. “Estávamos esperando a liberação de R$ 48 milhões desse montante. As obras já haviam sido analisadas pelo Tribunal de Contas da União”. Ainda de acordo com o titular da Pasta, o governo não recebeu nenhum comunicado oficial sobre a aprovação da medida provisória, mas solicitou do Dnocs uma formalização do valor que irá ser destinado ao Ceará. “Precisamos saber o quanto vai ser investido do total para nos planejarmos”, afirma.

Teixeira disse que o Dnocs não tem experiência para trabalhar com esse tipo de gestão. “São atividades muito localizadas. Vão ter que fazer parceria com os órgãos de gerência, como junto da Cagece”.

O Ministério da Integração informou, por meio de nota, que não está rompendo nenhum acordo estadual. “Todos os convênios já assinados com os estados para as chamadas obras estruturantes, que já vinham sendo executadas pelos governos estaduais, estão sendo honrados”.

O comunicado informa que “ao contrário do que existia antes, todos os repasses foram regularizados, não havendo mais as pendências financeiras que ameaçavam as execuções de obras importantes, sob a responsabilidade dos governos estaduais, e que dependem de recursos federais para serem concluídas”. No informe, o Ministério afirma também refutar qualquer interpretação de que algum estado está sendo favorecido por motivos políticos. “O que está sendo feito é a correção de distorções”.

Nordeste Notícia
Fonte: Diário do Nordeste/João Lima Neto

ÓTICA SANTOS DUMONT - CONSULTA 3