Orelhão azul e amarelo (telefone público) da operadora Oi, em um ambiente externo com chão de terra e cimento rachado. Ao fundo, há um prédio municipal parcialmente visível sob um céu claro.
Legenda: A operadora de telefonia Oi foi fundada em junho de 1998. Foto: José Cruz/Agência Brasil.

A 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decretou, nesta segunda-feira (10), a falência do Grupo Oi. A

Adecisão foi tomada após pedido de reconhecimento do estado de insolvência feito na última sexta-feira pela própria gestão judicial da companhia. As informações são do jornal O Globo.

A Oi, que já foi uma das maiores operadoras de telefonia do Brasil, enfrentava há anos uma situação financeira crítica. A empresa estava na segunda recuperação judicial, após não conseguir cumprir o plano aprovado anteriormente.

A própria empresa já havia admitido que há uma impossibilidade de suportar o pagamento de todas as dívidas por incapacidade de promover medidas para aumentar seu fluxo de caixa, descumprindo, assim, o que foi acordado em seu segundo plano de recuperação judicial.

Fusões controversas

Conforme o jornal carioca, a crise da Oi se intensificou ao longo da última década, marcada por decisões estratégicas controversas, como as fusões com a Brasil Telecom (BrT) e a Portugal Telecom.

Embora as operações tenham sido vistas, à época, como uma tentativa de fortalecer a companhia no mercado, elas acabaram ampliando o endividamento e gerando dificuldades de integração operacional.

Segundo dados apresentados nos autos, a dívida com fornecedores que não faziam parte do processo de recuperação judicial atingiu R$ 1,7 bilhão em outubro, um aumento de R$ 500 milhões em relação a junho.

 

 

 

 

Diário do Nordeste

 

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