Até então, a maior variação mensal observada no período havia sido em maio do ano passado, quando marcou 4,35%. O resultado de agosto consolida uma escalada que ganhou ritmo ao longo do ano.
Após iniciar 2026 em queda durante o primeiro trimestre — acumulando a retração mais expressiva em janeiro (-0,59%) —, o item passou a subir progressivamente a partir de maio (1,53%) e junho (2,55%).
Após uma pontual estabilidade no fim de junho (-0,04%), o índice voltou a avançar em julho (2,86%), até alcançar o expressivo patamar acima dos 6% no último levantamento.
Inflação acumulada no ano salta em Fortaleza
Quando analisado o acumulado de 2026, o cenário de retração verificado nos três primeiros meses (cujo ponto mais baixo ocorreu em março, com -1,25%) foi completamente superado.
Em julho, a inflação acumulada no ano saltou para 5,73%, mais que o dobro do registrado em junho (2,79%), alcançando 12,21% em agosto.
Já no indicador de 12 meses (setembro de 2025 a agosto de 2026), a alta acumulada do leite atinge 11,63%, demonstrando uma forte aceleração em relação ao patamar acumulado até julho (4,46%).
Diário do Nordeste













