
O governo federal anunciou que a conta de energia elétrica ficará mais cara em 2026. Segundo o Ministério de Minas e Energia e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o reajuste médio será de 8%, superando a inflação prevista para o período.
O aumento está relacionado ao crescimento dos custos com subsídios da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e à necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem geração mais cara. A Aneel destacou que a definição das bandeiras tarifárias depende das condições de geração, especialmente do nível dos reservatórios e da utilização das termelétricas.
Quando acionada, a bandeira vermelha patamar 2 representa o custo adicional mais elevado: R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos. Mesmo com chuvas favoráveis no verão, o reajuste será inevitável.
Na prática, uma família que hoje paga R$ 200,00 na conta de luz passará a desembolsar cerca de R$ 216,00. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não se pronunciou sobre o aumento, mas o tema deve ganhar destaque no cenário político, já que o país se aproxima de novas eleições presidenciais em outubro.













