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Os deputados federais cearenses Idilvan Alencar e Robério Monteiro oficializaram sua saída do PDT e se filiaram ao PSB, fortalecendo o grupo liderado por Cid Gomes e ampliando a debandada que enfraquece o PDT no estado. O suplente Leônidas Cristino também deixou a legenda, enquanto Eduardo Bismarck já anunciou sua saída, sem definir novo partido, e Mauro Filho deve seguir o mesmo caminho.
Esse movimento ocorre em meio à crise que começou com o rompimento entre os irmãos Ciro e Cid Gomes em 2023. A situação se agravou em outubro de 2025, quando Ciro Gomes, figura histórica do PDT e candidato à Presidência em quatro eleições, entregou sua carta de desfiliação e se filiou ao PSDB, em articulação com Tasso Jereissati. A saída de Ciro marcou o fim de um ciclo e acelerou a perda de quadros importantes do partido no Ceará.
O PDT, que em 2022 havia conquistado quatro cadeiras na Câmara Federal e treze na Assembleia Legislativa, hoje corre o risco de ficar com apenas um deputado federal e sem bancada estadual. Enquanto isso, o PSB se consolida como principal força política no Ceará, aliado ao PT e liderado por Cid Gomes, e o PSDB busca se reposicionar com a chegada de Ciro, mirando protagonismo nas eleições de 2026.
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