Manifestação contra imigrantes reúne 100 mil em Londres. — Foto: Reuters
Manifestação contra imigrantes reúne 100 mil em Londres. — Foto: Reuters

Nas ultimas semanas, Londres tem sido palco de manifestações que se apresentam como reação às chamadas “políticas de extrema-esquerda” do governo trabalhista de Keir Starmer. Esses atos, organizados por grupos nacionalistas e conservadores, reúnem milhares de pessoas que acusam o governo de impor medidas radicais ligadas à imigração, multiculturalismo e restrições à liberdade de expressão.

Os protestos ganharam força em maio de 2026, quando o movimento Unite the Kingdom, liderado por Tommy Robinson, levou dezenas de milhares às ruas. Os participantes denunciaram que as políticas trabalhistas estariam favorecendo imigrantes em detrimento da população local, além de criticar leis contra discurso de ódio, vistas por eles como censura. Muitos pediram abertamente a renúncia de Starmer.

O governo respondeu classificando os atos como perigosos e mobilizou milhares de policiais para conter possíveis confrontos. Ao mesmo tempo, proibiu a entrada de agitadores estrangeiros ligados à extrema-direita, reforçando a narrativa de que os protestos ameaçam a ordem pública.

Essas manifestações mostram a polarização britânica: de um lado, nacionalistas e conservadores que denunciam “extremismo de esquerda” nas políticas governamentais; de outro, coalizões progressistas e grupos de extrema-esquerda que defendem causas sociais e internacionais. O resultado é um cenário de tensão constante nas ruas de Londres, com cada lado acusando o outro de radicalismo.

 

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