
Apesar do baixo desempenho nas últimas eleições, de ter visto seu grupo político reduzir e hoje ter como adversários antigos aliados, os movimentos de Ciro continuam reverberando. Desde que passou a ser cotado como candidato ao Governo do Ceará, ele foi assediado por várias siglas, arregimentou apoios, virou alvo da base governista e passou a ser uma das principais apostas da oposição para frear o domínio petista no Estado.
“Essa troca partidária (do PDT pelo PSDB) mexeu no tabuleiro da sucessão do governador Elmano de Freitas, trouxe de volta um protagonismo do qual o Tasso Jereissati parecia já ter lançado mão, o próprio PSDB ganha um novo fôlego, cria-se a expectativa de termos uma eleição mais competitiva, obriga o PL e o bolsonarismo radical nele obrigado a ser mais pragmático e menos ideologizado e obriga o governo a ceder mais espaços na chapa governamental”, analisa o professor de Teoria Política da Universidade Estadual do Ceará (Uece), Emanuel Freitas.













