Legenda: A juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal do Rio, destacou que os acusados assumiram o risco da letalidade da ação Foto: Reprodução/Redes sociais

A Justiça do Rio de Janeiro aceitou a denúncia do Ministério Público (MPRJ) e tornou réu o rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, o Oruam, nessa terça-feira (29), por tentativa de tentativa de homicídio qualificada contra um delegado e um policial civil. O caso foi durante uma operação na mansão do rapper na Zona Oeste do Rio. As informações são do g1.

O amigo do cantor, Willyam Matheus Vianna Rodrigues Vieira, de 22 anos, também responderá pelo crime.

Conforme a denúncia do MPRJ, divulgada pelo g1, Oruam e um grupo de amigos atacaram agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) com pedras e socos, tentando impedir a apreensão de um adolescente que estava escondido no imóvel. Um dos agentes foi atingido nas costas, e outro precisou se abrigar atrás da viatura.

A denúncia destaca, ainda, que algumas das pedras, lançadas de uma altura de 4,5 metros, pesavam até 4,85 kg, com potencial para causar lesões fatais. Os promotores afirmam que Oruam e Willyam assumiram o risco de matar os policiais.

Diante da gravidade dos fatos, o MPRJ pediu a prisão preventiva dos dois, alegando risco à ordem pública e à condução das investigações. A juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal do Rio, destacou que os acusados assumiram o risco da letalidade da ação.

RAPPER SE ENTREGOU E ESTÁ PRESO

Depois da operação e de ficar foragido por algumas horas, Oruam se entregou e foi preso no último dia 22. Ele responde pelos crimes de tentativa de homicídio, tráfico de drogas, associação ao tráfico, resistência qualificada, desacato, dano qualificado, ameaça e lesão corporal.

O rapper de 25 anos foi classificado com grau alto de periculosidade em guia de recolhimento da Polinter, da Polícia Civil. No sistema prisional, Oruam afirmou se identificar com o Comando Vermelho, o CV. Ele é filho de Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, apontado como um dos principais líderes da facção, que cumpre pena em penitenciária federal.

 

 

 

g1

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